As noticias e comentários do dia a dia de uma pequena aldeia da freguesia de Aldeia das Dez no concelho de Oliveira do Hospital.

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Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

Quem sou eu?

Quem sou eu? Esta é uma questão, em que geralmente respondemos apenas com um nome, e é também por ai que eu vou começar... No entanto, uma palavra não consegue descrever tudo o que alguém é. Portanto perdoem-me pela minha aparente arrogância quando digo que um milhão de palavras não chegariam para me descrever, no entanto aqui vai.

 

Eu sou o Goulinho! Uma aldeia beirã, indolentemente recostada numa encosta de um monte pertencente à Serra do Açor (para os mais racionais, encontro-me na freguesia de Aldeia das Dez, concelho de Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra). Pela minha descrição não me imaginem uma aldeia preguiçosa, (pelo contrário!) pensem antes em alguém que pelo peso da idade e da vida, já se dá ao prazer de simplesmente se encostar e desfrutar o que a natureza tem para oferecer. Já não tenho a azáfama de antigamente, a pressa constante de ter ou fazer algo, agora limito-me a viver...

 

Tenho poucas pessoas com domicilio fixo, mas felizmente tenho muitos filhos que me visitam periodicamente e que pegaram o meu “bichinho” a filhos e a netos. O Inverno é frio, com ventos que rugem, chuva e até neve que fustigam as árvores e encostas onde me encontro. A Primavera traz o sol, e com ele os pássaros que cantam (e encantam!), as flores que transformam os campos em retalhos coloridos com farripas de castanho aqui e além, que com o passar dos anos se tornam mais raras... O Verão... Ah! O Verão! É ai que eu atinjo o meu fulgor da juventude! As minhas ruas fervilham de agitação, são as férias, as festas, as crianças, os amigos, os encontros e reencontros de pessoas que durante o ano quase nem se vêm, mas que quando cá chegam sentem que chegaram a casa, este é o seu lar e aqui está a sua família...

 

Tenho um património que muito valorizo, embora parte dele esteja bastante deteriorado... A capela dedicada a S. Paulo, o meu padroeiro. Também veneramos A Nª Sª da Boa Viagem, o Sagrado Coração de Jesus e a Santa Filomena. A fonte sempre foi um local de encontro, onde antigamente se lavava a roupa e garanto-vos que se falasse poderia contar toda a minha história e outras ainda que muitos já nem recordam...

 

Existem também caminhos pedestres que levam aos antigos moinhos, apesar do acesso ser cada vez mais difícil devido à falta de conservação e de limpeza. Não posso esquecer as “alminhas do Goulinho” também elas votadas ao abandono, apesar de ser uma antiga e bonita tradição.

 

Existe uma Associação que se dedica ao meu desenvolvimento, que tem já uma sede própria e que estuda projectos e iniciativas para a minha revitalização e promoção...

 

Esta é a minha descrição física, que fica muito aquém da realidade ainda assim... porque o meu charme e beleza é difícil de descrever por palavras... A minha personalidade, essa apenas conhecendo-me para a conseguir alcançar. Geralmente sou uma pessoa de emoções, não gosto de passar indiferente, provoco nos outros sentimentos fortes e não permito que me ignorem. Quem cá nasceu ou viveu, ainda que apenas temporariamente, não me esquece. Pode partir mas mais cedo ou mais tarde acaba por voltar... Eu sou o verdadeiro lar, aquele que mesmo longe nos conforta e traz saudade, sou a lareira num dia de Inverno, a fonte fresca nos dias de Verão... Eu aceito e não recrimino, todos são para mim os filhos pródigos e a nenhum nego o meu amor.

 

Para terminar: Eu sou aquele que sou! Nada mais tenho a dizer... Se no entanto com duvidas ficou, só lhe resta vir-me conhecer!

publicado por vozdogoulinho às 17:39
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