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Terça-feira, 8 de Maio de 2012

GOULINHO --- REQUALIFICAR !!!

 

Fala-se,  mas  de  concreto,  o  povo  pouco  ou  nada  sabe, quem  o  sabe  não  o  diz,  outros  também  sabem,   mas  parece  terem  medo  de  confirmar,  outros  dizem  ouvi  dizer,  não  sei  se  é  verdade…

 

Há  quem  conte  alguma  coisa,  mas  de  imediato  pede  segredo ,  há  quem  diga , ouvi  dizer  que  vão  fazer  qualquer coisa  mas  não  sei  o  que  é!

 

Outros  perguntam,  então  vão  fazer  obras  cá  na  terra?  Recebe-se  como  resposta,  dizem  que  sim  mas  eu  não  sei.

 

É  assim  desta  forma,  que  o  povo  do  meu  Goulinho  é  informado,  do  projecto  de  requalificação,  que  segundo  se  diz,  já  está  aprovado,  para  alindar… a  nossa   terra  espero  eu,  que  não  seja  só  obra  de  fachada  para  dar  nas  vistas  a  quem  passa  e  as  entranhas  do  Goulinho  sejam esquecidas ( a  Rua  da  capela  está  uma  vergonha,  cimentada,  a  chamada  Quelha  para  o  Outeiro  agora  Rua  da  Forja  merece  uma melhor  atenção  há  quem  diga  que   proprietário  do  terreno  confinante  deixa  fazer  o  alargamento  do  mesmo  seria  óptimo  aproveitar  a  oferta,  de  modo  a  que  um  carro,  uma  ambulância,  ou  bombeiros , poderem  chegar  á  parte  mais  antiga  do  Goulinho. O  caminho  da  Carvalha  para  o  Outeiro  merecia  ser  reparado, com  calçada portuguesa,  retirando  o  cimento  existente,  mas  como  a  minha  opinião  vale  zero,  tudo  o  que  se  fizer  á  beira  da  estrada  é  muito  mais  importante (é  como  alguém  muito bem vestido  por  fora  mas  muito  sujo  por  dentro).

 

Não  teria  sido  importante,  que  a  ADGou,  aquando  da  requalificação  da  estrada , tivesse   tomado uma  atitude  reivindicativa ,  junto  da  Câmara  Municipal,  e  Junta  de  Freguesia,  para  que  a  nossa   fonte  velha,  e  a  entrada  do  caminho  para  as  almas,   bem  como  o  local   onde  existia  o  morro frente  á  casa  do  Dr. Luciano ( um parque  de  estacionamento  )  ficassem  condignamente  arranjados?  Mas  como  a  ADGou,  só  se  preocupa  em organizar  uma  festa  anual   não  há  tempo  para  reivindicar  o  que  a  nossa  terra  precisa.

 

Não  sei  o  dinheiro  que  existe. Possivelmente  é  pouco,  e  não  dará  para  tudo  isto,  mas  porque  não fazer  o  que  demais  o  Goulinho  precisa,  a  olhos  vistos,  e  esquecer  as  obras  de  fachada? 

 

Mas  eu  como  Goulinhense  pergunto,  se  o  projecto  está  aprovado,  e  segundo  se  fala, “ mas  a  medo,”  com  o  apoio  da  Câmara  Municipal,  e  Junta  da  Freguesia , porque  não  pôr  a  planta  do  projecto  em  local  próprio (na vitrina  existente  na  terra já que a  mesma  serve  para  vários  tipos  de  informação  também  deve  de  servir  para  a  planta  do  dito  projecto)  e  porque  não  servir  para  o  efeito  a  vitrina  da  ADGou  Associação  de  Desenvolvimento  do  Goulinho?

 

Se  tal  fosse  feito  evitava-se  o  “disse que disse,” os  habitantes  do  Goulinho  têm  todo  o  direito  de  saber  o  que  se  vai  fazer  na  nossa   terra,  seja  bem,  ou  seja  mal. E  mais  é  preciso  que  se  saiba,  que  o  dinheiro  é  do  povo,  e  como  tal  deve  de  ser  bem  gerido,  e   gostamos  de  saber  como  vai  ser  gasto  e  onde…

 

Já  há  muitos  anos,  que  no  Goulinho,  se  tem  feito  obras  sem  ouvir  o  povo,  para  estas,  o  povo  pouco ou  nada   sabe,  não  teria  sido  importante  fazer  a  discussão  deste  projecto,  em  local  próprio  na  ADGou  nas  festas  de verão?  Teria  uma  discussão  mais  abrangente,  e  isso  sim  eu  chamava  democracia.

 

P.S.  Este  artigo  pode  ser  polémico,  mas  nunca  me  furtei  de  dizer  o  que  penso, e  falar  naquilo  em  que  eu  acredito,  tudo  isto,  provém  do  que  me  ensinaram,  do  que  eu  vi,  e  ouvi,  sobretudo  daquilo  que  eu  já  vivi.

 

Creio  na  família,  que  é  o  meu  suporte,  e  sem  a  qual  eu  não existia.

 

Creio  nos  verdadeiros  amigos  cujos  braços  e  abraços  são  fonte  permanente da minha inspiração.

 

Creio  na  solidariedade  e  na  coragem  que  me  obriga  a  falar  do  Goulinho.

 

Creio  na  competência  e  na  ética  como  fundamento  do labor.

 

Creio  no  inconformismo  responsável  porque  ele  é  motor  da  transformações.

 

Enfim  creio  no  meu  Goulinho e no  meu   País,  que  é  Portugal  onde  quero  morrer.      

 

  

publicado por vozdogoulinho às 18:51
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6 comentários:
De Anónimo a 6 de Junho de 2012 às 00:13
Embora não disponha de tempo para ler blogs e não os considere como um dos principais meios de informação da população serrana, não deixo de reconhecer que podem ter um papel importante junto de algumas comunidades, sobretudo quando são sérios e pretendem informar corretamente, o que parece não ser o caso do que serve de suporta à notícia que deu azo a este comentário.
De facto, tendo sido alertado para o conteúdo de “A Voz do Goulinho”, desde logo me despertou atenção tal título, por me parecer pretensioso e despropositado, na medida em que não tenho conhecimento de que a população do Goulinho alguma vez ter mandatado o autor do blog para ser a sua voz. Além disso, não duvido que, a manter o atual estilo, não é seguramente “A VOZ DO GOULINHO”, pois será tão só e apenas a voz de um seu cidadão, que pretende simular uma parte pelo todo, o que, obviamente, não pode nem deve ser confundido.
Tudo isto resulta dos comentários feitos a propósito do título “Goulinho --- requalificar!!!”.
Ora na qualidade de natural e, também, na de Presidente do Conselho Diretivo dos Compartes do Goulinho cumpre-me esclarecer o teor dos mencionados comentários, que, além de insinarem suspeitas infundadas, são nitidamente tendenciosos e de ma fé, pretendendo denegrir a imagem de quem graciosamente tem procurado contribuir para elevar a qualidade de vida nesta terra que, como o autor do blog, também muito preza.
Desde logo, se, como parece, o autor se preocupa tanto com “o seu” Goulinho, deveria saber que quem esta a promover a requalificação a que alude é o Conselho Diretivo dos Compartes e não a ADGou –Associação de Desenvolvimento do Goulinho.
Sendo um dado tão elementar, que desconhece e confunde, não admira pois, que também não saiba ou confunda tantas outras coisas, designadamente as seguintes:
1. “fala-se mas de concreto o povo nada o sabe, quem o sabe não o diz “ - ora, ao contrário que afirma, é fácil de demostrar a falsidade de tal afirmação, a não ser que o autor seja “o povo” a que alude, na medida em que quem o sabe disse-o, como lhe competia, nos locais próprios e sempre se mostrou disponível para esclarecer todas as dúvidas que, de forma cordata, lhe foram colocadas diretamente.
2. O objetivo das afirmações que se seguem “outros também sabem mas parecem terem medo de confirmar, outros dizem ouvi dizer não sei se é verdade …” não é claro e, no mínimo, visa insinuar que o processo não tem sido transparente, o que, como se demostrará, apenas corresponde a demagogia barata. Com efeito, todos os habitantes e residentes no Goulinho, porque participaram nas Assembleias de Compartes onde o assunto foi debatido, sabem que não há razão para ter medo em confirmar o que foi discutido ou aprovado, porque o assunto é público e existem atas das reuniões que o comprovam.
3. E, o texto do blog contínua com insinuações que mais parecem de outros tempos: “há quem conte alguma coisa mas de imediato pede segredo …”. Ora, expressões como “pedir segredo”, “ter medo”…, revelam um clima intimidatório, de terror, que alguém parece estar a instalar no Goulinho, mas que, na realidade, carece de prova, porque ele não existe. Se “ouviu dizer” foi, apenas, porque não se quis informar diretamente na fonte, o que não deixa de ser estranho, tanto mais que integra os Órgãos Sociais dos Compartes do Baldio.
4. Prossegue afirmando que “é assim desta forma que o povo do meu Goulinho é informado“. Finalmente, começa-se a perceber o autor, ao assumir a exclusividade do povo que diz ser do “seu Goulinho”, na medida em que os habitantes do Goulinho real, não só foram informados mas até participaram nas decisões que foram tomadas, como facilmente se depreende pela leitura das atas das reuniões.
5. Quanto “às obras de fachada para dar nas vistas a quem passa” seria bom que precisasse a quais se refere porque, para que o leitor pudesse ajuizar, objetivamente, sobre o interesse dessas “obras de fachada para dar nas vistas”. Claro que os leitores cedo percebem qual é o objetivo da notícia.
(Continua)
De Anónimo a 6 de Junho de 2012 às 00:16
(Continuação)
6. Quanto “às entranhas do Goulinho serem esquecidas”, os comentários que se lhe seguem, não deixam de ser estranhos e, sobretudo, de uma grande falta de coerência e honestidade intelectual, como demonstraremos a seguir.
a. “A rua da Capela está uma vergonha, cimentada”. Uma vergonha é um termo subjetivo e por conseguinte dependerá da conjuntura do enquadramento, ou da contextualização. Como esta não é explícita, fico na dúvida. No entanto, surpreende-me que, ao longo dos 20/30 anos, desde que a calçada foi coberta com argamassa de cimento, nunca tanha notado essa vergonha e reclamado, primeiro junto dos responsáveis pela colocação da mesma e, depois, junto das entidades autárquicas que poderiam mandar retirar a referida cobertura, de modo a eliminar tal vergonha. Inexplicavelmente, só ao fim de tantos anos é que parece ter identificado esse problema.
b. Quanto à chamada “Quelha para o Outeiro agora Rua da Forja, merece uma melhor atenção há quem diga que o proprietário do terreno confinante, deixa fazer o alargamento do mesmo”. Mais uma vez parece tratar-se de uma insinuação maliciosa, pois não se trata apenas de um proprietário, como o texto deixa supor, mas são no mínimo dois, quer se trate do lado nascente, quer do lado poente. Como o alargamento, a fazer-se, só se justifica do lado poente, seria conveniente que explicasse se é um destes proprietários que cede o terreno, porque, a ser assim, para a concretização da obra, seria preferível que tivesse usado o tempo gasto na redação desta notícia a convencer o outro proprietário a ceder/vender o terreno necessário para o dito alargamento. O Goulinho ficar-lhe-ia bem mais agradecido!
c. “o caminho da Carvalha para o Outeiro merecia ser reparado com calçada portuguesa, retirando o cimento existente mas como a minha opinião vale zero, tudo oque se fizer à beira da estrada é muito mais importante”. Outro comentário tendencioso a influenciar o leitor mas sem lhe dar dados objetivos. Com efeito, o caminho a que alude foi reparado haverá pouco mais de um ano, pela Câmara Municipal de Oliveira do Hospital. Não tenho conhecimento de que o autor do blog, alguma vez se tenha deslocado propositadamente a essa entidade para expressar a sua opinião, pois só assim poderia concluir que a mesma vale zero! De facto também não me consta que, durante a execução da obra, e teria sido essa a melhor oportunidade, tivesse diligenciado para que o cimento fosse substituído por calçada portuguesa. O que é que então fez de concreto para poder concluir que a sua opinião vale zero? É que opinar é importante mas, mais importante, ainda, é passar à ação. Com efeito, se o autor do blog se envolvesse ativamente nos órgãos sociais das organizações existentes no Goulinho, estaria certamente mais bem informado e as suas opiniões seriam expressas nos locais próprios e não em blog’s que nem sempre somos obrigados a conhecer e, muito menos, a ler. Depois, a sua argumentação até é contraditória, pelo que, a continuar assim, será difícil valorizar as sus opiniões, uma vez que umas contradizem as outras.
d. Não me cabe defender a ADGou, até porque não precisa que seja eu a fazê-lo, mas em termos de requalificação da estrada, posso adiantar que o autor do blog continua mal informado. Poderá não ter havido nenhuma “atitude reivindicativa” pública, mas foram estabelecidos diversos contactos e feitas várias diligências, que passaram por reuniões na Câmara Municipal e visitas ao local de diversos técnicos da autarquia e, inclusivamente, do senhor Presidente, do Chefe de Gabinete e Assessores e, ainda, da Presidente da Junta de Freguesia, quer durante a execução, quer após a conclusão das obras da estrada, tendo-se aberto uma via negocial que continua em curso e, tudo indica, resultará em benefício do Goulinho.
(Continua)
De Anónimo a 6 de Junho de 2012 às 00:18
(Continuação)
e. Mas, voltemos ao contraditório. Terminou um parágrafo com a frase “tudo o que se fizer à beira da estrada é muito mais importante (…) ” do que aquilo que é feito “em termos da anteriormente mencionada de obra de fachada para dar nas vistas a quem passa e as entranhas do Goulinho sejam esquecidas”. Quanto às “obras de fachada” foi pena que não tivesse tido coragem para as identificar, porque seria fácil demonstrar ao leitor, através de fotografias, que não existem obras de fachada, nas contempladas no projeto de requalificação. Claro que o leitor atento já deduziu que o autor do blog morará algures para o Outeiro, com base em outras referências explícitas tais como “Quelha para o Outeiro”, “O caminho da carvalha para o Outeiro” e de que o signatário, que parece ser o alvo deste artigo, não só por nada informar, pois “o povo pouco ou nada sabe”, mas também por intimidar os habitantes que “parece terem medo de confirmar” ou “há quem conte alguma coisa mas de imediato pede segredo” e, ainda, porque residirá junto à estrada e, por conseguinte, deduz-se que as obras de requalificação a que alude serão para proveito deste.
f. Todavia, veja-se a incongruência da argumentação do bloguista, pois, após desvalorizar a importância das obras junto à estrada é ele próprio que menciona três das que considera justificarem-se e que, efetivamente, constam do plano de requalificação, situando-se, precisamente, junto à estrada: “a nossa fonte velha”, “a entrada do caminho para as almas” e o “local onde existia o morro”, locais que desejamos que fiquem “condignamente arranjados”, para usar uma expressão sua. Mais comentários para quê?
g. Afinal, se tivesse tido a humildade de se ter informado junto de quem lhe poderia dar informações fidedignas, além de ficar cabalmente esclarecido, veria que algumas das suas opiniões valem mais do que zero. Preferiu refugiar-se no blog, a opção é sua, mas, se o seu objetivo é manter-se informado corretamente, será melhor optar por outras vias.
7. “Não sei o dinheiro que existe”. Como compreenderá, esse montante não será aqui revelado. Mas posso adiantar-lhe que, devido ao muito empenho do Conselho Diretivo dos Baldios, bem como do Presidente da Assembleia Geral, após várias reuniões, umas no local, outras em Arganil, na Lousã e em Coimbra, e depois de um longo processo negocial, o montante inicialmente proposto para a passagem da linha eléctrica, foi triplicado. Para que não lhe restem dúvidas sobre a gestão das verbas à guarda deste Conselho Diretivo, posso adiantar-lhe que os encargos decorrentes com os mais de mil quilómetros então percorridos, para essas reuniões, foram suportados pelos membros dos órgãos sociais e, em particular pelos Presidente do Conselho Diretivo e Assembleia Geral. De igual modo, o tempo dispensado nessas deslocações e reuniões e respetiva preparação, equivalente a várias semanas de trabalho, que se tivesse sido pago, equivaleria a vários milhares de euros, também não foi cobrado, como se pode ver no livro de registos da contabilidade, onde foram lançados todos os movimentos devidamente justificados e suportados em documentos legais, ao contrário do que sucedeu no passado. É realmente pena que o dinheiro existente seja “pouco e não dará para tudo” mas o projeto em curso deseja fazer aquilo que, em tempo oportuno, foi considerado pelos habitantes do Goulinho como o mais carecia de requalificação.
8. Como o dinheiro não é suficiente para a realização da totalidade do projeto, será necessário estabelecer prioridades e discutir a forma como elas devem, na opinião dos habitantes do Goulinho, ser hierarquizadas. Por falta de suporte financeiro ou por qualquer outra razão, poderá decidir-se não executar algumas das previstas, mas pode crer que essa decisão não será tomada em blogs, mas sim nos órgãos próprios e no uso das respetivas competências, pelo que o contributo deste blog, embora pudesse são ser essa a sua intenção, apenas serviu para esmorecer o processo negocial em curso, tanto com a Junta de Freguesia como a Câmara Municipal, com vista ao seu envolvimento na concretização das obras de requalificação previstas no projeto.
(Continua)
De Anónimo a 6 de Junho de 2012 às 00:19
(Continuação e conclusão)
Não vale a pena continuar a rebater um texto que considero infeliz e despropositado, além de que é revelador de um profundo desconhecimento do tema sobre o que o seu autor se pretende pronunciar, tanto mais que a metodologia que usou para ter acesso a essa informação não se revelou a mais adequada.
Os habitantes do Goulinho podem estar confiantes de que os atuais órgãos dos compartes - Assembleia Geral, Conselho Diretivo e Comissão de Fiscalização - tudo farão, como já os anteriores fizeram, para defender o Baldio e melhorar a qualidade de vida e da paisagem do Goulinho.
Todavia nenhum deles tem apego a qualquer dos lugares. Por isso, quem seja capaz de fazer mais e melhor, não deverá refugiar-se atrás de um blog, mas antes, candidatar-se aos órgãos onde poderá mostrar todas as sus capacidades diretivas e o seu saber fazer. Foi pena que não tivesse aproveitado as recentes eleições para apresentar uma lista alternativa.
Quanto à eventual polémica do artigo, ela só existe porque o seu autor a criou, ao não querer informar-se junto de quem poderia responder às suas interrogações e esclarecer as suas dúvidas e, deste modo, poderia continuar a dizer o que pensa, mas sem afirmações falsas e insinuações caluniosas.
Pela nossa parte estamos disponíveis para lhe esclarecer todas as dúvidas.
Luciano Lourenço
De Sílvia lourenço Almeida a 25 de Junho de 2012 às 21:24
Em virtude do autor do blog não pretender responder ao contraditório baseado em princípios e códigos de ética, venho em meu nome (única e exclusivamente) fazer os seguintes esclarecimentos, que penso serem necessários, não para quem conhece a realidade e o autor do blog, mas para aqueles leitores que podem através deste contraditório e da ausência de esclarecimento formar uma imagem errónea do autor do mesmo.
O contraditório é iniciado com base num ataque logo directo ao nome do blog em si. Tendo em conta que como afirma não lê o mesmo porque não tem tempo é natural que não saiba como o nome surgiu, mas passando esse pormenor à frente, desde o dia 25 de Abril de 1974 que existe uma coisa chamada “Liberdade” que veio permitir que as pessoas se expressem da forma que pretenderem e como tal se alguém criar o blog das Marias, certamente que não fala por todas as “Marias” do mundo… seria pretensão pensar que o autor do blog por ter dado este nome ao mesmo se considera a voz “mandatada” para o efeito… Mas como não pretendo ser extensa neste esclarecimento vou apenas focar aquilo que acho ser fundamental e de onde advém o que penso ser os maiores lapsos no contraditório:
- Todo ele é baseado na interpretação que um leitor deu ao texto em si. Ou seja, ao ler um post tornou a sua interpretação (ou seja a sua verdade) na suposta verdade do autor o que não poderia ser mais incorrecto. O texto tem inúmeras expressões que assim o afirmam: “por me parecer pretensioso e despropositado”, “insinuarem”, “visa insinuar”, “continua com insinuações”, “começa-se a perceber o autor”, “os leitores cedo percebem qual é o objectivo da notícia”, “insinuação maliciosa”, “o leitor atento já deduziu”, “deduz-se”… Para que não fiquem dúvidas cumpre-me informar que em nenhum momento neste blog, quer nesta quer noutra qualquer noticia, alguma vez se colocou em causa a seriedade e bom nome de quem quer que seja. Aqui apenas se debate ideias e se nomeia instituições, órgãos, associações, onde mesmo quando se discorda nunca, mas nunca foi colocada a honestidade, seriedade e boas intenções de quem pertence às mesmas. Existe a maturidade de discordar com respeito pelas pessoas e ter o respeito de simplesmente concordar em discordar. Quem quer que conheça o autor do blog sabe que nunca na sua vida se regeu por insinuações maldosas ou instigou maledicências em relação a quem quer que seja. Mais informo que ao longo do contraditório é dito diversas vezes que existem “locais próprios” para se falar e que o autor “preferiu refugiar-se no blog”, é de salientar mais uma vez a incorrecção destas informações até porque o autor do blog é sobejamente conhecido por ser uma pessoa frontal e directa que sempre participa nessas reuniões quando delas é informado (se calhar é por essa razão que geralmente não o é…).
De Sílvia lourenço Almeida a 25 de Junho de 2012 às 21:25
Para terminar (apesar de muito mais haver para dizer…) quero apenas salientar:
- Se as obras falam por si se calhar é melhor recordar-se ou informar-se sobre o historial do autor no blog e efectivamente o que ele já fez ou não pelo Goulinho. Há quem apenas colabore quando faz parte dos órgãos sociais e há quem leve uma vida na sombra a colaborar numa cidadania activa, e essas pessoas merecem igualmente o respeito dos outros…
- Quando se mencionou o “disse que disse”, “o ouvi dizer”, foi tudo verdade e acho que é claro que nunca seriam nomeados nomes, no entanto a intenção não era a que foi dada pelo autor do contraditório mas apenas alertar/salientar que as pessoas não se encontravam esclarecidas. Trata-se de uma questão de transparência (não no mau sentido como se tentou passar) mas no sentido que seria bom todos estarem informados de uma forma mais clara, pois nem todos os habitantes/simpatizantes do Goulinho residem na terra e nem todos podem estar presentes nas reuniões. Também não terão essas pessoas o direito a serem informadas? Existe quem se preocupe com a forma e se esqueça de que o importante é o conteúdo que deve ser sempre que possível transmitido de forma simples, clara e acessível a qualquer pessoa. Perceber o processo e como se desenrola permitiria, acredito um maior envolvimento de todos no mesmo. Era essa a intenção da notícia que infelizmente não foi percepcionada.

No entanto aquilo que mais lamento não é ter existido um contraditório, pelo contrário agradecemos tudo o que sirva para esclarecer/corrigir/completar informação dada no blog mas sim a forma como foi efectuado. Tratou-se de um ataque gratuito e verdadeiramente maldoso ao autor do blog que sempre se pautou por escrever sem ofender a dignidade de ninguém.
E devo dizer que aquilo que é mais insultuoso no contraditório não foram as palavras que foram escritas, mas sim ter sido escrito por quem foi…

Sílvia Lourenço Almeida

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