As noticias e comentários do dia a dia de uma pequena aldeia da freguesia de Aldeia das Dez no concelho de Oliveira do Hospital.

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Domingo, 23 de Janeiro de 2011

COSTUREIRAS E MANTAS DE FITAS

 

Vista panorâmica de Aldeia das Dez

 

 

O que fomos, o que somos e o que podemos vir a ser !

Esta conjectura dá-nos a dimensão do que é, ou pode vir a ser a evolução dos tempos, tendo presente o ponto de partida de uma geração cheia de sonhos que marcou uma época.

Passados já alguns anos, recordamos com alguma saudade os tempos em que toda a vestimenta usada nas nossas pequenas aldeias era confeccionada pela costureira da terra, senhora que fazia desde saias a vestidos e blusas. A roupa para homem era feita por um alfaiate que nem todas as terras tinham.

Nos anos cinquenta e sessenta as máquinas de costura entraram nas casas mais abastadas onde houvesse raparigas lá estava a máquina para fazer as várias peças de roupa e os bordados para o enxoval.

Hoje o que temos? As máquinas já fazem muitas delas parte de museus, muita menina nem numa agulha sabe pegar, as roupas chinesas e indianas, proliferam por todo o lado… alfaiates já não há .

As feiras, que eram muitas, onde se comprava alguma roupa feita nota-se hoje a fragilidade das mesmas em algumas localidades já acabaram e as que restam o destino será o mesmo pois as grandes superfícies comercias acabaram por as abafar.

A roupa depois de gasta ( já velha ) era feita em fitas normalmente nos tempos livres ou á lareira ao serão que depois eram enviadas em forma de bola para o tecelão que no tear fazia lindas mantas ( chamada a manta de fitas ) para na cama no meio dos outros cobertores fazer peso.

Hoje as mantas de fitas já só se usam como peça de artesanato embora ainda na nossa freguesia haja quem as faça em Aldeia das Dez temos o Sr. Viriato e no Chão Sobral o Sr. José Martins .

O artesanato tem futuro se houver quem o queira aprender e as entidades locais Junta de Freguesia e Câmara Municipal o apoiarem nas nossas terras. Já pouco nos resta… os rebanhos de gado acabaram, a agricultura está morta e a desertificação cada vez é maior. Já só nos resta o turismo que nos possa vir a visitar. Pois temos paisagens maravilhosas e uma serra encantadora mas falta-nos o resto: onde comer, onde dormir, dar apoio a quem nos visita sinalizando caminhos pedestres e colocando placas toponímicas com informação correcta do que pode ser visitado em cada localidade… enfim semear para colher.

 

 

 

publicado por vozdogoulinho às 17:15
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1 comentário:
De Andesman a 24 de Janeiro de 2011 às 21:42
Meu caro amigo, aqui na Madeira e no resto do país houve surpresa nestas eleições. A surpresa chamou-se José Manuel Coelho. Ter conseguido quase sozinho , quase 8 mil assinaturas aqui na Madeira para ser candidato. Conseguir 189 mil e tal votos nestas presidenciais; para um desconhecido, com fracos apoios, e nem sequer uma sede de campanha: é obra.
Não foram apenas ignorantes que lhe garantiram os votos para ser candidato, nem os 189 mil que lhe deram o seu voto nestas eleições. Eu presenciei na angariação de votos para a sua candidatura, nas ruas da cidade, gente com formação superior, a assinar. Foi gente revoltada pela situação política especialmente na Madeira mas também no país.
Foi um enorme protesto contra a classe política dominante, que nos conduziu a este estado, através de alguém que tem a "loucura" de ter a coragem de dizer verdades que mais ninguém diz, embora muitas vezes um pouco à bruta.
Como diz o meu caro amigo, baralhou-se e deu-se de novo e tudo ficou como estava. Mas aqui há um poder que ficou preocupado. Em outubro há eleições regionais, o partido em que agora milita, e pelo qual é deputado o meu amigo Coelho, vai eleger mais um deputado ou dois, constituirá um grupo parlamentar e o partido do poder sabe que vão aumentar os seus problemas dentro e fora da Assembleia.
José Manuel Coelho é meu amigo desde os tempos de tropa em Angola 1974/75; sabe das nossas diferenças de pensamento a nível político, mas isso nunca foi problema entre nós. Assinei para ele ser candidato, mas não votei nele nestas presidenciais. Ainda não falei com ele depois da noite eleitoral, mas quando o encontrar dou-lhe sinceramente os merecidos parabéns.
1 abraço para o senhor António Assunção

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